Histórias & Despertares
Índio do Monte
Uma obra viajante, nascida entre praias, montanhas, vales e encontros — e transformada pela união através da arte.
Bem-vindos ao novo formato do BE, um projeto que vive no meu coração há vários anos.
O BE nasce do deslumbramento — de encontros, visíveis ou invisíveis, que acalmam o ritmo dos meus dias e permitem que algo vibre dentro de mim. Quando crio, deixo-me tocar tanto pelo que os olhos alcançam como pelo que a intuição revela. Há peças que surgem inteiras, nítidas na minha mente, e outras que se vão mostrando aos poucos, conduzindo-me enquanto ganham cor, forma e textura.
Cada peça é única, tal como a emoção, a história ou o instante que lhe deu origem.
Na galeria encontrarás também peças Transform’Art. São criações que partem de algo já existente, recuperado e transformado para ganhar uma nova vida. Este processo lembra-me os ciclos que todos atravessamos: momentos em que algo parece chegar ao fim, mas está apenas a abrir espaço para um novo começo.
Este é um espaço para conheceres o meu trabalho, mas também para celebrares aquilo que te torna único.
Nunca te contenhas em partilhar com o mundo a essência do teu ser e permite-te ser EXCLUSIVO/A.
«Enquadra-te nesta tribo, sorri e permite-te a ser exclusivo!»
— CarmexGaleria
Cada imagem é um convite a sentir. Explora o universo visual que dá forma ao BeExclusive.
Enquadra-te
E se pudesses ser um quadro?
Junta-te ao processo criativo e vem criar algo EXCLUSIVO.
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Cada obra guarda um caminho. Aqui, partilho as histórias, os encontros e as emoções que lhe deram forma.
Histórias & Despertares
Uma obra viajante, nascida entre praias, montanhas, vales e encontros — e transformada pela união através da arte.
Histórias & Despertares
Um convite a despir certezas, regressar à curiosidade e permitir que cada pergunta abra espaço para florescer.
O Índio do Monte acompanhou várias etapas, caminhou comigo literalmente por praias e montanhas, vales, rios e riachos, para chegar ao monte alentejano onde recebeu a sua forma atual, no seio da tribo que também tão de perto o acompanhou. Do seu chamado ancestral, onde uma liberdade de alma se fez sentir, à gratidão a cada ensinamento, a cada insight, a cada sorriso, a cada momento.
Destaco a especialidade desta obra, pois veio despertar ainda mais algo que sempre me encheu o coração: A UNIÃO ATRAVÉS DA ARTE.


Seja pela presença, pelo conselho, pela participação no material, ou pela forma que for, acho mágico o fio condutor que nos une e que, de ser para ser, desperta a motivação para o bichinho da criação.
Afinal, tudo isto em que vivemos é a grande obra conjunta onde cada um acrescenta valor através da sua singularidade. E que lindo é.
Então, porque não trazer em consciência essa onda de criação aos pequenos apliques na nossa arte diária? Com consistência, passinho a passinho, acredito que todos temos algo de especial e de muito bonito a acrescentar. E esse caminho, que nasce do profundo do nosso ser, dos vales mais belos aos mais tenebrosos, a meu sentir, acrescenta a maravilha que é realmente sermos Humanos, nesta atual forma de existência.

Do músico que liberta através do som, ao indivíduo que ouve, ao que canta e ao que dança, dançando com a vida. Do pintor que no pincel brota o que o inspira, ao maravilhado ser que observa, criando a sua própria narrativa segundo o que sente do que vê. Do escritor que, na partilha do que lhe vai na alma, desperta tantas emoções no leitor.
Enfim, de todas as infinitas formas de arte que nos permitem unir e expandir cada partícula do nosso ser e para as quais as palavras se manifestam insuficientes para definir a sua grandeza.
O Índio não foi, portanto, diferente: uniu todos os corações que nele participaram e expandiu ainda mais a forma como vejo e sinto a arte na minha vida.
Nunca esquecendo a arte-mãe, que de elementos físicos e místicos tanto se fez sentir no decurso de toda esta jornada.
E agora, como viajante que sempre foi, aguarda no Ribatejo a próxima etapa da sua caminhada.
O Lótus of Questions nasce inspirado na humildade e na beleza do questionamento infinito.


No despir de todas as camadas do “sei de tudo” para uma base de “não sei de nada”, mas sinto-me com abertura para aprender, voltar a questionar e reformular. Questionar novamente, voltar a reformular e por aí em diante, em acompanhamento à evolução. Ainda que, por vezes, caiam névoas de ilusão que nos embaciem um pouco o olhar, escolho sempre e para sempre acreditar na ciclicidade da vida que, ainda que nos afastemos do nosso centro, a magnitude do amor acaba sempre por nos trazer de volta ao coração.

E aí, voltamos a esse lugar, o lugar onde os opostos podem conversar, onde as certezas amolecem e onde a curiosidade nos devolve à humildade.
Sinto no Lótus um convite a não temermos aquilo que ainda desconhecemos e a confiarmos que, pergunta após pergunta, algo dentro de nós vai encontrando lugar para novas formas de florescer. E que lindo é.
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